Se a viagem a Bath foi conturbada, o trajeto para Edimburgo
compensou.
Chegada tranquila ao aeroporto (desta vez com bastante
antecedência, rs), soneca no avião para recuperar o fato de ter acordado cedo e
ao olhar pela janela já me preparo para o que me espera.
O céu está tão denso de nuvens que não consigo ver nada do
que está abaixo. Nenhum vão, nenhum espaço, apenas uma camada densa de nuvens
que passam a impressão de um imenso oceano de algodão. Para reforçar essa
imagem, surgem ocasionalmente algumas nuvens que se sobrepõem as demais, como
baleias que surgem da placidez do mar antes de um novo mergulho.
Entre o horário que saí para o aeroporto e a chegada ao
hostel senti o tempo voar e ao olhar para o relógio confirmo minha suspeita,
15hs. As Highlands já me esperam no dia seguinte e não quero visitar os lugares
de Edimburgo correndo, só para dizer que “visitei”. Então decido que farei
minha visita aos museus e castelos da cidade quando voltar. Mesmo assim, não
deixo o tempo passar em branco quero já me familiarizar com o clima e ambiente
escocês.
Começo a perambular pelas ruas ao redor do hostel e descubro
que estou na “Old Town” a parte da cidade que abriga os monumentos antigos. Não
é por acaso que o hostel está logo na rua de baixo da entrada para o castelo de
Edimburgo, ponto mais do que privilegiado.
Em minhas andanças encontro um lugar escondido para meu
almoço tardio e depois um café para um golinho de chá com leite (estou viciada
nesta bebida).
Continuo com minha exploração e cada vez mais me sinto
dentro de uma vila medieval, com a imponente fortaleza a nos vigiar e proteger.
Para dar o toque final alguém começa a tocar uma gaita de fole e a música
preenche as ruas que estou a percorrer.
O céu também resolve contribuir com o “clima” e o resultado
é uma Tainan extasiada.
| Entrada do castelo de Edimburgo |
Edimburgo e Highlands here I go!
Até Breve!
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